Mal de Montano

abril 29, 2008

Filed under: 1,Mal do dia — maldemontano @ 2:58 am
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Uma homenagem. Um presente. Uma biografia. Um portfólio. Uma amizade. Um lazer. Uma surpresa. Um contentamento. Uma terapia. Um propósito. Uma alegria. Um livro-arte!

Veja aqui

abril 28, 2008

Concurso de contos

Filed under: concursos,Mal do dia — maldemontano @ 11:42 pm

Confira o regulamento do 3.º concurso de contos do ‘Caderno 2’

 

Da Redação

SÃO PAULO – O Caderno 2 convida seus leitores a participarem do cinqüentenário da Bossa Nova, lançando seu terceiro concurso de contos (Concurso Cultural Caderno 2 nos 50 anos da Bossa Nova), que terá justamente como tema o verso final da canção Chega de Saudade: “Não quero mais esse negócio de você longe de mim.”. Confira abaixo o regulamento do concurso. 

I – Do objetivo

1.1 Sem incluir a distribuição de prêmios em dinheiro ou láureas, constitui objetivo do presente Concurso Cultural estimular a criação literária dos leitores do jornal O Estado de S.Paulo, neste ano de 2008 em que suas atenções estarão voltadas para o cinqüentenário da Bossa Nova. O produto final do concurso será a publicação de um caderno especial, contendo dez contos inéditos que apresentem em seu corpo (no início, no meio ou no final) a frase: Não quero mais esse negócio de você longe de mim, verso da canção Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

 

II – Das condições

2.1 – Poderão participar deste concurso cultural brasileiros natos ou estrangeiros naturalizados, com idade igual ou superior a 18 anos.

2.1.1 – É vedada a participação no Concurso Cultural de funcionários da empresa O Estado de S.Paulo, incluindo todas as suas ramificações, bem como de seus familiares.

2.1.2 – Não poderão participar nem os membros da comissão julgadora nem seus familiares.

2.2 – Não serão aceitas obras póstumas nem assinadas por grupos.

2.3 – Poderão participar apenas autores inéditos ou que tenham, no máximo, dois livros publicados individualmente (não serão consideradas as antologias).

2.3.1 – Caso tenham até dois livros já publicados, os autores deverão especificar os títulos e as editoras respectivas, no mesmo e-mail do envio do conto inédito.

2.4 – Cada concorrente poderá participar com apenas 1 (um) texto original, rigorosamente inédito, nunca antes publicado nem na imprensa nem na forma de livro, e obrigatoriamente na forma de prosa, não em versos.

2.4.1 – Os textos não poderão ser divulgados por quaisquer meios, total ou

parcialmente, até a data da publicação no jornal O Estado de S.Paulo, em data a ser definida pela conveniência do jornal.

2.4.2 – Os textos devem ser escritos em português e ter no máximo 3 mil caracteres (incluídos nesse número os espaços em branco).

 

III – Das inscrições

3.1 As inscrições dos contos devem ser feitas no período de 26 de abril a 31 de maio de 2008.

3.2 Os contos deverão ser única e exclusivamente enviados por internet, por meio do seguinte e-mail exclusivo do Concurso: contos.bossa@grupoestado.com.br

3.2.1 Os contos não deverão vir na forma atachada (anexada), mas colados no corpo da mensagem.

3.2.2 Não serão aceitos contos enviados ao jornal de outra forma que não a especificada no item 3.2, ou seja, contos que chegarem por fax ou por correio serão desconsiderados.

3.2.3 Serão automaticamente desconsiderados os contos que chegarem por e-mail em datas posteriores à meia-noite do dia 31 de maio de 2008.

3.3 Cada conto deverá conter um título e vir acompanhado do nome do autor, endereço completo, incluindo CEP e telefones, números de R.G. e C.P.F., bem como um minicurrículo de no máximo1.000 (mil) caracteres ou 170 palavras.

3.3.1 Não serão aceitos contos inscritos sob pseudônimo.

 

IV – Da seleção

4.1 – Não importando o número total de participantes, serão escolhidos apenas e tão somente 10 (dez) contos para publicação no Estado.

4.2 – A seleção será feita por uma comissão julgadora composta por quatro membros, supervisionados pelo corpo corpo de jornalistas do Caderno 2, do Estado.

4.2.1 – As decisões da comissão julgadora serão irrecorríveis, não cabendo recursos às suas escolhas.

4.3 – A comissão julgadora vai apontar os 10 (dez) contos escolhidos sem definir nenhuma ordem de classificação entre eles.

4.4 – Os critérios para a escolha dos vencedores serão estabelecidos pela comissão julgadora. A única exigência é que contenham a frase Não quero mais esse negócio de você longe de mim.

4.5 – A comissão julgadora apontará, sem divulgar, 5 (cinco) contos adicionais, suplementares à lista definitiva, que servirão de stand-bys ou reservas, caso se apure que alguns dos dez escolhidos não tenham obedecido a todos os itens deste regulamento.

4.6 – Os resultados (lista dos dez autores escolhidos, com os títulos de seus respectivos contos) serão publicados em reportagem do Caderno 2, do Estado, anterior à publicação da íntegra dos contos. Essa reportagem com os resultados do Concurso Cultural será publicada em data a ser definida por conveniência do jornal.

4.6 – Os dez contos selecionados serão publicados pelo jornal O Estado de S.Paulo, em 2008, em data de sua conveniência.

4.6.1 – Por ocasião da publicação dos textos, eles serão ilustrados da forma que o corpo de jornalistas do Caderno 2 julgar mais conveniente, sem a interferência possível de seus autores.

 

V – Da premiação

5.1 Não haverá prêmios em dinheiro ou na forma de láureas.

5.2 A única forma de premiação será a publicação dos 10 (dez) contos escolhidos pela comissão julgadora em um caderno especial encartado na edição do jornal O Estado de S.Paulo, em data de 2008 a ser definida conforme a conveniência do jornal e divulgado com antecedência.

5.3 Os vencedores não terão direito a nenhuma cota de exemplares do jornal, na data da publicação de seus contos.

 

VI – Das disposições finais

6.1 – Os 10 (dez) vencedores deverão, antes da publicação de seus contos no jornal O Estado de S.Paulo, encaminhar à Redação um termo de Cessão de Direitos Autorais e Patrimoniais da obra, com firma reconhecida em cartório, para utilização de seu texto, gratuitamente, na edição especial do jornal, referida no item 5.2.

6.2 – Após o término do concurso, os e-mails recebidos com os contos inscritos serão apagados e excluídos da rede.

6.3 – O envio de um e-mail incluindo o conto inscrito implica na aceitação tácita das normas deste regulamento.

6.4 – O presente regulamento estará disponível, durante todo o tempo de duração do concurso, pela internet, no site www.estadao.com.br

abril 22, 2008

José Saramago prepara romance para final do ano

Filed under: Mal do dia — maldemontano @ 2:20 am

21/04/2008

Da France Presse

LISBOA – O escritor português José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura 1998, prepara um romance para o final deste ano intitulado “A viagem de um elefante”. O anúncio foi feito pela revista portuguesa Sol.

“O livro não está muito adiantado. Está na metade. Espero concluí-lo neste verão e publicá-lo no outono”, declarou ao Sol, sem dar detalhes a respeito do assunto deste novo livro.

José Saramago, de 85 anos, que vive na ilha de Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias, esteve hospitalizado no final do ano passado devido a uma insuficiência respiratória.

O autor de romances clássicos como “O ano da morte de Ricardo Reis”, “O Evangelho segundo Jesus Cristo” e “A jangada de pedra”, vive em Lanzarote desde 1993 com sua esposa, a jornalista Pilar del Río.

Nesta quarta-feira, o escritor é aguardado em Lisboa para inaugurar a exposição “José Saramago: a consciência dos sonhos”.

abril 16, 2008

Escrever dá trabalho, trabalhar não dá

Filed under: Montanas,Outros Escritos — maldemontano @ 11:29 pm
Por Solange Pereira Pinto
Minha necessidade de escrever me atabalhoa. É que preciso (do verbo necessitar para sobreviver) de fazer outras coisas e me pego pesquisando pra escrever um texto novo ,cujo tema me entope veias e entala a garganta.
Escrever é como ar para mim. Se o tema vem à baila, tem que bailar. Melhor dizendo, tem que bailar lindamente, de salto alto, traje a rigor, um bom perfume, um brinco adequado, para rodopiar no salão sem tropeço e receber aplausos no final (ainda que seja o auto-reconhecimento).
Por isso, fico parecendo madame em dia de festa. Corre daqui. Ajeita dali. Sua acolá. Uma trabalheira que só! Praticamente um sofrimento. Aliás, um masoquismo, por que no meio de tudo isso há prazer.
Escrever dá trabalho! É fundamental pesquisar o tema. É essencial usar o dicionário. É recomendado olhar a gramática. É aconselhável pedir alguém que leia para ver se o dito está de fato dito como deve ser dito (traduzindo: se a mensagem está do jeito que você quer). É indispensável revisar, revisar, revisar.
Nessa ida e vinda de dedos saltitantes pelos teclados, idéias pululantes na cabeça e ponteiros agitados numa pressa que não compreendo o motivo (hahahaah), vou me perdendo do senso de realidade (?) e obrigações (!).
Obviamente, a dona responsabilidade fica se metendo entre cada parágrafo, obrigando-me a correr com o texto, pois é hora de outros afazeres mais importantes (?).
Dou uma driblada nela. Peço um minutinho a mais, emendo mais um parágrafo. Mas o alarme está ali “bléimmmmmmmmm, pára! Chega! Tá passando da hora!”. Estou quase na conclusão do texto quando se faz urgente me levantar e sair para mais um compromisso remunerado (ainda que insuficiente).
Nessa toada vou me frustrando e tentando compreender por que escrever dá trabalho e não é reconhecidamente um trabalho, e por que trabalhar nem dá tanto trabalho, na maioria das vezes mais aporrinhação. Ou por que não pode ser este o meu trabalho diário remunerado (já que o faço diariamente). Ou por que tenho a incontrolável necessidade de me ocupar com algo que não me sustenta o corpo, porém indescritivelmente me alimenta o ser.
Enquanto não entendo esse mundo vou me perdendo entre as linhas de mais um pensamento para alinhavar outro argumento. Se a existência é mesmo incompreensível, gastar mais uns minutos traçar novos períodos não deve ser crime ou objeto de castigo.
Assumo as penalidades e vou para o grande final, pois o baile já vai começar…

abril 12, 2008

As Isabellas que alimentam nossas sensibilidades e crueldades

Filed under: Mal do dia,Montanas,Outros Escritos — maldemontano @ 6:29 pm

Por Solange Pereira Pinto

Euzinha, como jornalista que sou, e ferrenha questionadora das mídias, suas manipulações e sensacionalismos, poderia neste caso da Isabella Nardoni esculhambar a imprensa que divulga há mais de uma semana – com incrível veemência – a queda da menina de cinco anos e mais do que subjetivamente induz a sociedade contra o pai e/ou a madrasta da menina.

Em contraposição, poderia também dizer que a opinião pública, que aparentemente clama por “justiça” gosta de comer cadáveres frescos. Ou quem sabe, poderia dizer que a morte do menino João Hélio, também largamente especulada e veiculada com orgulho pelos meios de comunicação de massa, já estava gelada demais.

De outra forma, posso relembrar o caso da outra Isabela, a Tainara, que desapareceu em maio do ano passado em Brasília e foi encontrada decapitada, chocando a capital federal e todo o Brasil, cujas investigações foram transmitidas quase em tempo real (sendo manchete de capa por dias) e o tio era um suspeito em potencial. Só que quase um ano depois, houve a prisão de um vizinho (da avó da vítima) que confessou o crime. Porém, as causas permanecem ignoradas. Que pena, queria tanto saber os detalhes…

Recapitular, quem sabe, a morte do índio Galdino que chocou o país por ter filhos da classe média envolvidos num crime tão bárbara e covardemente montado pelo Correio Braziliense e similares ajuda a esclarecer o título deste texto. Ou o ícone Guilherme de Pádua (assassino da filha da novelista global) que muita gente ainda crê ser absurdo o fato de ele estar livre e recompondo a própria vida, já que a nossa sociedade quer mais do que justiça e grita, sim, por vingança.

É que um pouco de tudo praticamente cai no esquecimento (principalmente a autocrítica). Tem gente que anda dizendo que o caso da Nardoni pode se assemelhar ao da Escola Base, cujos donos foram amplamente “acusados” de pedófilos, indo a bancarrota, para depois em notinhas serem admitidos como inocentes.

A nossa gente, nossa espécie, se alimenta como urubu da carniça. Somos feitos de clichês e maracangalhas. Enquanto esses crimes podem reascender a sensibilidade humana do “ohhhhhhhhh como isso pode acontecer!”, ressalta também a crueldade do “queremos justiça até queimar no fogo do inferno!”. Entre a sensação de pena e de vingança vamos comprando jornais, vendo TV, comentando nos botecos e repartições públicas nossos vereditos fundamentados em superficialidades e especulações.

“Lembra-se da mulher de Belo Horizonte que jogou o bebê na Lagoa da Pampulha? Dizem que não tinha problema psiquiátrico e tampouco depressão pós-parto… Vai saber por que alguém joga um ser indefeso ao léu! Só pode ser uma monstra”. “Ah, mas monstra maior é aquela empresária de Goiânia que torturava a adolescente, um horror!”. “Que nada, monstros são os jovens que agrediam prostitutas nos pontos de ônibus”…

Sim. Monstros fazem nossa cabeça. Ligar a TV ou ler o jornal para saber monstruosidade da hora é café da manhã melhor que pão e leite, como bem retratou o filme Hotel Ruanda durante o massacre dos Tútsis pelos Hutus.

Ocupar do comezinho nos torna “melhores”. “Ele faz e eu não!”. Aliás, eu não faço como ele faz, eu bato devagarzinho…

Porém, entre uns e outros casos divulgados há centenas de abusos, absurdos, despropósitos, maus-tratos, mortes acontecendo no anonimato. O que tem feito um caso ser notícia e outro não? O tempo que se demora para cortar as redes de uma janela? Como se dá a seletiva para as quartas de final para o horário nobre? Quem dá mais? Ibope…

A mídia cumpre seu papel capitalista: vender. A gente cumpre o nosso papel: acusar ou acolher dependendo do lobo a alimentar. Desse jeito está tudo certo. Uma sociedade que não quer sair da bóia precisa de Judas para malhar. Uma imprensa que não precisa elevar o nível (ao contrário vende mais quando abaixa) distribui defuntos pelo controle remoto. O senhor fulano que levou bronca do chefe precisa esculhambar alguém. A dona cicrana que é tida como a mais bem-informada do reduto precisa de novidades por minuto. E a espécie humana, que se acha muito civilizada, peida cheiroso e acha que a bosta do outro é a que fede.

Mas me diga ai: quem são as Isabellas que alimentam as SUAS sensibilidades e crueldades?

abril 11, 2008

PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA 2008

Filed under: concursos,Mal do dia — maldemontano @ 4:55 pm
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O PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA foi criado em 2006 por iniciativa da OFF FLIP – Circuito Paralelo de Idéias e este ano contempla dois gêneros literários: CONTO e POESIA. Poderão participar autores maiores de 18 anos de qualquer nacionalidade residentes no Brasil, bem como autores de países lusófonos (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste) ou brasileiros residentes no exterior.
 
INSCRIÇÕES
As inscrições serão realizadas até o dia 21 de maio de 2008. Para os dois gêneros (CONTO e POESIA) há duas categorias: CATEGORIA NACIONAL-EXTERIOR e CATEGORIA LOCAL, sendo que os autores da categoria local – residentes em Paraty – também concorrerão na primeira categoria.

Os textos devem ser inéditos e escritos em língua portuguesa. O tema é livre e cada autor poderá enviar apenas um texto por gênero literário, digitado em papel tamanho A4 e em apenas uma das faces do papel e com as seguintes características:
 
CONTO: Os autores deverão utilizar fonte Times New Roman tamanho 12, com espaçamento 1,5 entre as linhas e todas as margens medindo 3 cm. Os contos não poderão ultrapassar o limite de 4 (quatro) páginas.
 
POESIA: Os autores poderão utilizar qualquer tipo de fonte, diagramação e espaçamento, desde que o texto não ultrapasse o limite de 2000 caracteres (sem considerar os espaços em branco).
 
É obrigatório o uso de pseudônimo, que deverá constar ao final do texto. Os textos inscritos na CATEGORIA NACIONAL-EXTERIOR devem ser apresentados em 4 (quatro) vias e os inscritos na CATEGORIA LOCAL devem ser apresentados em 7 (sete) vias.
 
Haverá uma taxa de inscrição no valor de R$ 50,00 (cinqüenta reais) para cada gênero literário (CONTO e POESIA). Os autores que optarem por concorrer nos dois gêneros deverão fazer a sua inscrição de forma independente, em envelopes diferentes e fazendo separadamente o pagamento da taxa de inscrição correspondente.
 
Os textos deverão ser enviados em um envelope grande e lacrado, identificado na frente com o nome do concurso e o gênero escolhido (CONTO ou POESIA). Dentro deste envelope os concorrentes deverão enviar um envelope menor, também lacrado, identificado na parte externa com o título do trabalho e o pseudônimo utilizado. O envelope menor deverá conter o original do comprovante de depósito da taxa de inscrição e uma folha com os seguintes dados: nome completo do autor e pseudônimo utilizado, título do trabalho, gênero literário, data de nascimento, endereço completo, e-mail e telefone para contato e uma breve nota biográfica. Os textos deverão ser enviados para o seguinte endereço:
 
 
PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA
BIBLIOTECA MUNICIPAL FABIO VILLABOIM
Prédio da Antiga Cadeia s/n – Largo de Santa Rita – Centro Histórico
CEP 23970-000 – PARATY – RJ
 
As inscrições serão feitas somente pelo correio e para todos os efeitos será considerada a data de postagem. O pagamento da taxa de inscrição deverá ser feito mediante depósito na conta indicada abaixo:
 
 
OFF FLIP 2008
BANCO DO BRASIL
Agência: 2406-6 – Parati
Conta Corrente: 13.792-8
 
PREMIAÇÃO
Os vencedores em cada gênero literário – CONTO e POESIA – serão contemplados com o que se segue, conforme a categoria:
 
1. CATEGORIA NACIONAL-EXTERIOR:
 
1º lugar:
R$ 1.000,00 (mil reais)
estadia em Paraty entre 2 e 6 de julho de 2008 [com direito a acompanhante]
ingressos para mesas de debate da FLIP
exemplares da Revista CULT
10 (dez) livros do selo Record a serem escolhidos no site do Grupo Editorial Record
almoço de confraternização no Restaurante Ilha Rasa (dia 6 de julho)
 
2º lugar:
R$ 750,00 (setecentos e cinqüenta reais)
estadia em Paraty entre 2 e 6 de julho de 2008 [com direito a acompanhante]
ingressos para mesas de debate da FLIP
exemplares da Revista CULT
passeio pela baía de Paraty na Escuna Banzay [inclui almoço]
almoço de confraternização no Restaurante Ilha Rasa (dia 6 de julho)
 
3º lugar:
R$ 500,00 (quinhentos reais)
estadia em Paraty entre 2 e 6 de julho de 2008 [com direito a acompanhante]
ingressos para mesas de debate da FLIP
exemplares da Revista CULT
passeio pela baía de Paraty na Escuna Banzay [inclui almoço]
almoço de confraternização no Restaurante Ilha Rasa (dia 6 de julho)
 
2. CATEGORIA LOCAL:
 
1º lugar:
R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais)
ingressos para mesas de debate da FLIP
exemplares da Revista CULT
10 (dez) livros do selo Record a serem escolhidos no site do Grupo Editorial Record
almoço de confraternização no Restaurante Ilha Rasa (dia 6 de julho)
 
2º lugar:
ingressos para mesas de debate da FLIP
exemplares da Revista CULT
passeio pela baía de Paraty na Escuna Banzay [inclui almoço]
almoço de confraternização no Restaurante Ilha Rasa (dia 6 de julho)
 
3º lugar:
ingressos para mesas de debate da FLIP
exemplares da Revista CULT
passeio pela baía de Paraty na Escuna Banzay [inclui almoço]
almoço de confraternização no Restaurante Ilha Rasa (dia 6 de julho)
 
3. PUBLICAÇÃO DOS 20 TEXTOS FINALISTAS:
 
A OFF FLIP pretende publicar os 10 contos e os 10 poemas finalistas – 07 na categoria nacional-exterior e 03 na categoria local – em uma coletânea (a exemplo do que acontecerá este ano com os poemas e contos vencedores em 2006-2007, que serão publicados em parceria com a Quarto Setor Editorial). Essa coletânea poderá ser lançada durante o evento em 2009, o que será definido por conveniência da OFF FLIP e dos eventuais parceiros ou patrocinadores.
Os autores premiados com a eventual publicação de seus textos deverão enviar à OFF FLIP um documento autorizando a publicação na coletânea referida anteriormente e cedendo os direitos autorais para esta edição específica. Os direitos não são exclusivos e os autores ficam livres para publicar esses textos onde desejarem após a divulgação do resultado. Cada um receberá 10 (dez) exemplares da coletânea, caso se concretize a publicação em livro.
 
4. Outros itens poderão ser acrescidos à premiação, a critério da OFF FLIP e de eventuais parceiros ou patrocinadores [contatos nesse sentido podem ser feitos com a curadoria do Prêmio através do e-mail indicado abaixo].
 
COMISÃO JULGADORA
 
Os textos inscritos na categoria nacional-exterior serão avaliados por duas comissões formadas por três escritores de expressão no cenário literário brasileiro para cada gênero (CONTO e POESIA). Os contos e poemas inscritos na categoria local serão avaliados por uma comissão formada por três pessoas de expressão no contexto artístico-cultural de Paraty. A comissão é soberana e suas decisões são irrecorríveis, podendo inclusive decidir por não premiar os trabalhos inscritos.
 
RESULTADO
 
Os autores classificados na categoria nacional-exterior serão comunicados até o dia 25 de junho para que possam ter sua hospedagem confirmada com antecedência. O resultado será divulgado à imprensa nesta mesma data e estará disponível no site da OFF FLIP [www.offflip.paraty.com] a partir do dia 30 de junho. A premiação será durante a OFF FLIP 2008, que acontecerá entre os dias 2 e 6 de julho, paralelamente à Festa Literária Internacional de Parati. No mesmo dia da premiação será lançada a coletânea com os poemas e contos vencedores do Prêmio OFF FLIP de Literatura (2006-2007), que será publicada em parceria com a Quarto Setor Editorial.
 
DISPOSIÇÕES GERAIS
 
As inscrições implicam em plena concordância com os termos deste regulamento. Estão impedidas de concorrer pessoas diretamente envolvidas com a organização da OFF FLIP 2008 e com a organização do Prêmio este ano. Os textos enviados não serão devolvidos e em hipótese alguma haverá devolução da taxa de inscrição. Os inscritos que não atenderem às especificações deste regulamento serão desclassificados. Os casos omissos serão resolvidos pela comissão organizadora do Prêmio OFF FLIP de Literatura. Em agosto a OFF FLIP tornará disponível aos interessados a prestação de contas relativa ao valor arrecadado com as inscrições. A Biblioteca Municipal Fabio Villaboim também receberá livros do selo Record e exemplares da Revista CULT. Eventuais dúvidas podem ser encaminhadas por e-mail [offflip@paraty.com].
 
Paraty, 04 de abril de 2008
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PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA 2008
 
Realização
OFF FLIP
Curadoria
Ovídio Poli Junior
Assistente de curadoria
Olga Yamashiro
*
Apoio
Biblioteca Municipal Fabio Villaboim
Escuna Banzay
Grupo Editorial Record
Hotel Canoas
Nova Paraty Livraria & Café
Portal Paraty.com
Quarto Setor Editorial
Restaurante Ilha Rasa
Revista CULT
Revista Mar & Mar
Secretaria de Turismo e Cultura de Paraty
*
Será solicitado o cadastramento do Prêmio junto ao
Plano Nacional do Livro e Leitura – PNLL
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