Mal de Montano

fevereiro 28, 2007

Os Melhores Contos Fantásticos

Filed under: Mal do dia — maldemontano @ 2:29 pm

   Em 51 textos divididos em 4 partes (Da Antiguidade ao Puritanismo, O Apogeu do Século 19, Atravessando o Século 20 e O Fantástico
em Bom Português
), o livro organizado por Flávio Moreira da Costa vai do Apocalipse aos escritores modernos para fazer um panorama do gênero. Encontrar Machado de Assis, Aluísio Azevedo, Eça de Queiroz e Murilo Rubião no elenco desta antologia leva o leitor a pensar nas ligações entre a literatura de língua portuguesa e suas fontes.
 

Lista de contos incluídos na obra: 

  1. Bíblia, Apocalipse
  2. Narayana, O Rato e o Eremita
  3. Wu Cheng’en, A Sentença
  4. Charles e Mary Lamb, A Tempestade
  5. Nathaniel Hawthorne, O Jovem Goodman Brown
  6. E. T. A. Hoffmann, O Homem da Areia
  7. Prosper Mérimée, A Vênus de Ille
  8. Robert Louis Stevenson, O Ladrão de Cadáveres
  9. Théophile Gautier, A Cafeteira
  10. Théophile Gautier, A Morta Apaixonada
  11. Heinrich Heine, Deuses no Exílio
  12. Mary Shelley, O Imortal Mortal
  13. Guy de Maupassant, Quem Sabe?
  14. Guy de Maupassant, O Horla
  15. Ivan Turgueniev, Um Sonho
  16. I. A. Ireland, Final para um Conto Fantástico
  17. Edgar Allan Poe, William Wilson
  18. A. P. Tchekhov, O Sapateiro e a Força Maligna
  19. Villiers de l’Isle Adam, Vera
  20. Charles Dickens, O Sinaleiro
  21. Charles Dickens, A História dos Duendes que Raptaram um Coveiro
  22. Honoré de Balzac, O Elixir da Longa Vida
  23. Hans Christian Andersen, A Sombra
  24. F. Marion Crawford, Na Cabine do Navio
  25. Charles Baudelaire, O Jogador Generoso
  26. Marcel Schwob, A Cidade Adormecida
  27. Guillaume Apollinaire, O Desaparecimento de Honoré Subrac
  28. Saki, Sredni Vashtar
  29. Horacio Quiroga, A Insolação
  30. Franz Kafka, Josefina, a Cantora ou o Povo dos Ratos
  31. Rudyard Kipling, Rikki-tikki-tavi
  32. Anatole France, A Missa das Almas
  33. Akutagawa Ryunosuke, Sennin
  34. Oscar Wilde, O Foguete Notável
  35. Ambrose Bierce, O Estranho
  36. Lafcadio Hearn, Uma Promessa Quebrada
  37. Léon Bloy, Os Prisioneiros de Longjumeau
  38. Leopoldo Lugones, Os Cavalos de Abdera
  39. Jorge Luis Borges, Tlön, Uqbar, Orbis Tertius
  40. Julio Cortázar, Carta a Uma Senhorita Em Paris
  41. Dino Buzzati, O Bicho-papão
  42. Manuel Bernardes, Lenda dos Bailarins
  43. Machado de Assis, As Academias de Sião
  44. Aluísio Azevedo, Demônios
  45. Afonso Arinos, Uma Noite Sinistra
  46. Eça de Queiroz, O Defunto
  47. Raul Brandão, O Mistério da Árvore
  48. João Guimarães Rosa, Um Moço muito Branco
  49. Murilo Rubião, Teleco, o Coelhinho
  50. Duílio Gomes, O Ovo com Solenidade
  51. Flávio Moreira da Costa, Mensch(s)

 

fevereiro 22, 2007

Antonio Callado – política, arte e literatura…

Filed under: Mal de Antano — maldemontano @ 12:22 am

“Se eu tivesse nascido rico viveria exclusivamente para a literatura”

Antonio Callado

Veja aqui o videoclipe

fevereiro 12, 2007

FETICHE

Filed under: Montano por um dia,Poesias — maldemontano @ 4:29 pm

Por Aldmeriza Riker 

 

 

SALÃO DE  BAR

 

ENTRAM

 

NUM BALANÇO COORDENADO

 

ORA À FRENTE, ORA ATRÁS

 

SEM PERDER O EQUILÍBRIO

 

IMPULSIONAM

 

A PELVE

 

BEM ARTICULADA

 

SOB UM CARMIM

 

DERRAMADO

 

EM GODÊ

 

 

SINCRONIA

 

SURDOS, LEVES

 

ECOAM

 

MEIO A DESCOBERTOS

 

O CHÃO ESTALA

 

DESAPARECE O RITMO

 

PERMANECE A VISÃO

 

 

 

fevereiro 7, 2007

O ato de escrever por Graciliano Ramos

Filed under: Mal de Antano,Mal do dia — maldemontano @ 8:05 pm

“Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso: a palavra foi feita para dizer.” 

 

 

 

 Fonte: http://www.graciliano.com.br

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