Mal de Montano

setembro 24, 2006

É o fundo do poço?! É o fim do caminho?!

Filed under: Aqui o mal geral,Outros Escritos — maldemontano @ 10:36 pm

  selenaskol.jpg                                                                             

                                                                                                                       

                                                                                     

Baga I

por Perséfone Montana

Bem que Penélope falou que a Bagaceira não tinha por quê estar fora do Mal de Montano. “Bagaceira” era o blog  que pretendíamos criar com estórias bem… que como o próprio nome diz… bem…

        

Encontro do Mal. Definição de objetivos, estratégias, o que escrever, publicar, divisão de tarefas. Café Balaio, garçom charmoso na assistência, galera jovem e bonita cantando na mesa atrás, contato para sarau. As Montanas se deram bem, eu sabia. Do mesmo saco, a farinha. Muita cerveja e risada, confissões na madrugada. Começou daí.

Um massagista da Chapada ligou depois de três anos para uma delas, bem no meio do encontro. –Vocês não têm idéia do que era aquela massagem! A outra se anima, pega o telefone: – Está atendendo hoje? O rapaz indo para Goiânia; deu meia volta e rumou para o Gates. Lá fomos nós. Vivência para dar força à imaginação. De onde Trevisan tirou aqueles contos de esbórnia, devassidão?

Gates já um pouco vazio. O barman da semana passada, lindo, servindo a gente: -Por que você me despreza, meu amor? – É que voltei com a minha namorada. – E eu? O que fazer agora com esse sentimento? – Mas ficamos juntos só uma vez! – Mas não é suficiente para o amor?- (Tão bom dar uma de louca!!! Daqui a pouco me esgoelo, tiro a roupa!!!)  – Vou ter que encher a cara para curar a dor. E saí dançando todas. Mais tarde, mensagem para um cara que não vejo há tempos: “Amor da minha vida, saudade do tamanho do mar”. – Deve morrer de arrependimento; nunca mais vai querer me encontrar!

Acabamos nos enturmando com o DJ, coincidência das coincidências, irmão do barman, igualmente interessante. Moreno, alto, bonito e sensual, acreditam que tocou isso?  O cara da Chapada, tadinho, foi prá casa sozinho. Conhecemos, as luzes se acendendo, uma menina mais animada que a gente, seria possível?  Gates fechando: – Conheço um lugar super legal para ir agora. Vamos? –Vamos, claro!!

O lugar, pasmem! no Conic!!! Pelo amor de Deus! É o fundo do poço? É o fim do caminho? Fomos recebidas com boas-vindas e tudo o mais. Não pagamos para entrar, rezamos para sair. Quatro da manhã. “Isso são horas de chegar em casa? – Não estou chegando, amor, vim só buscar o violão”- lembrei de Dalton, de novo. O DJ tinha ido com a gente; um outro cara também, no carro da minha amiga. De onde surgiu esse? Ninguém sabia.

Mortas de fome, a sopa de fim de noite. “Vem cá minha puta”, foi o apelido que alguém deu para o local. Muito boa, não a piada, a comida. Para todo gosto, a opção: caldo de mocotó, aspargos, feijão.

         – Tchau, fofos!

         – 100% de aproveitamento.

Mais de cinco, caminho para casa, nós duas, como sempre. Minha pergunta recorrente, olhando o relógio: Por que a gente é assim? Precisava? A resposta dela, recorrente: Não precisava, mas foi bom para dar uma desopilada!!!

        

Anúncios

Deixe um comentário »

Nenhum comentário ainda.

RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: